O Festival

Art Fest

Em 2020 o diretor artístico da Space Magic, Julio Menezes criou a primeira edição do Art Fest que é um festival de apresentações artísticas: Teatro, Maquiagem, Circo, Dança, Drag Queen e Música, foram 6 dias de transmissão do festival com 48 atrações artísticas incríveis!

Jurado Convidado

Julio Oliveira

Um dos jovens talentos da dramaturgia brasileira, Júlio Oliveira ingressou na carreira bem novinho, aos 13 anos de idade, exercitando o seu talento nato em um espetáculo teatral.

Categoria Teatro

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Categoria Teatro

Julio Oliveira

Um dos jovens talentos da dramaturgia brasileira, Júlio Oliveira ingressou na carreira bem novinho, aos 13 anos de idade, exercitando o seu talento nato em um espetáculo teatral. De lá pra cá não parou mais e hoje cataloga no currículo mais de 40 espetáculos, quatro novelas, dois longas metragens, uma minissérie e um grande número de atuações em publicidade. Entre os seus principais trabalhos podemos destacar: O musical da Broadway “O Rei e Eu”, “A Bala na Agulha”, “Píramo e Tisbe”, onde a sua ótima atuação nesta última peça lhe rendeu a indicação de melhor ator no “Prêmio FEMSA Coca-Cola”. Além dos espetáculos citados, ‘Júlio’ atuou também no musical “Dias de Luta, Dias de Glória”. Dos palcos para a TV, o talentoso e bonitón colheu os louros da fama nos papéis que interpretou nas novelas globais “Ti-ti-ti”‘ e “Sangue Bom’, além de protagonizar a série “Milagres de Jesus”, e ter dado vida ao egípcio ‘Chibale’ na líder de audiência “Os Dez Mandamentos”, onde também atuou na continuidade da saga “Os Dez Mandamentos – A Segunda Temporada” e no filme, de mesmo título. Trabalhou na obra de ‘Antônio Calmon’, “O Aprendiz de Feiticeiro”, pelo qual foi indicado novamente ao FEMSA como melhor ator coadjuvante. Produziu o texto de sua autoria, “Eu Nunca”, o qual foi eleito entre os 10 melhores textos de 2016. Recentemente, passou a integrar o elenco do premiado “Fortes Batidas”, em circulação no estado de São Paulo. Esteve no ar até meados deste ano na novela “Carinha de Anjo”, no SBT, como ‘Fernando’ e logo na sequência engrenou nas gravações de “A Garota da Moto”, série de sucesso na mesma emissora paulista. Protagoniza a série “Gamebros”, que recém estreou na ‘Netflix’ e está entre as séries mais assistidas. No momento ‘Júlio Oliveira’ se prepara para a minissérie “Hard”, carro chefe da HBO. Conheça mais deste jovem talentoso ator que ainda dará muito o que falar na sua área profissional.
5 minutos

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Categoria Teatro

um dedo de prosa

Dois simpáticos “caipiras”, advindos do interior de São Paulo contam para o público causos de sua terra. “ A prosa boa por demais” é regada ao som de uma boa viola, doce caseiro e bolinhos de chuva num encontro de afetos e memórias.
32 minutos

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Categoria Teatro

desvendando o folclore

Dois palhaços contadores de histórias narram três lendas de tradição oral brasileiras, com adereços, músicas, encenações, instrumentos musicais e interações com as crianças. Utilizam as linguagens da mímica, palhaçaria e máscaras para enriquecer a contação e prender a atenção do público de forma dinâmica. A narração ocorre em um cenário de floresta, criando um ambiente aconchegante para aproximar o público das histórias, despertar a sua imaginação e permitir que ele se aproprie de seus símbolos. A contação de histórias apropria-se da literatura de forma lúdica, proporcionando um importante contato da criança com o universo da leitura, incentivando a imaginação, o raciocínio e promovendo um diálogo com a diversidade cultural, inserindo-as no mundo da cultura e das relações sociais. “Desvendando o folclore” destaca as lendas de tradição oral brasileiras que são verdadeiros relatos históricos que revelam a cultura e costumes de uma determinada época ou região do país e resgatam valores que ultrapassam significados regionais. Através destes contos difundimos a rica diversidade cultural das regiões do Brasil, aproximando as crianças da nossa história.
46 minutos

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Categoria Teatro

liberte um sorriso

A performance LIBERTE UM SORRISO, idealizada pela dupla de artistas Renata Malachias e Anna Cecília Junqueira, busca questionar e provocar a criação de novas formas de afetos que podem vir a surgir a partir do distanciamento social e do uso contínuo das máscaras. Através de uma intervenção espacial nas ruas, ela convoca a participação ativa do espectador para libertar o sorriso por trás da máscara, convocando seu corpo ao movimento e à expressão de sentimentos. Como demonstrar amor sem abraçar? Como sorrir sem que vejam sua boca? Como resgatar a alegria do afeto entre máscaras, medo e pressa de voltar para casa? Quais as novas formas de expressão desse corpo enclausurado? Realizada inicialmente na cidade de São Paulo, na abertura da Virada Sustentável, e depois dentro da BIENAL BLACK BRAZIL ART, a performance LIBERTE UM SORRISO busca agora convocar mais corpos e intervir em novos ambientes. Infelizmente, dia 17 de março, completamos 1 ano da pandemia instaurada oficialmente no País, o que se faz ainda mais urgente continuar multiplicando este ato poético pelos espaços do País, públicos ou privados.
34 minutos

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Categoria Teatro

cicatrizes: em tempos de quarentena

O que acontece quando a desordem invade a mente? Medo? Angústia? Desespero? Prazer? Dor? A mente é capaz de tudo, de criar um outro mundo, diferente do que é visto. Queremos falar, mas não enxergamos. Damos vida ao inanimado e findamos o que transpira vivacidade. Cicatrizes é uma viagem poética (nem sempre tão bela) que busca colocar em cena as perturbações e inquietações da mente de um jovem artista apaixonado pelo viver intenso e desmedido, que em meio ao isolamento social vivido, mergulha em suas nuances mais intrínsecas do seu ser e provando de sabores amargos, resultado do reconhecimento de si, passa a amadurecer o seu pensar sobre o existir em tempos caóticos de pandemia. Cicatrizes, em tempos de quarentena traz à cena aberta os laços familiares frágeis entre pais e filho, os desejos sexuais ocultos e a loucura que emerge de se estar somente consigo mesmo. Em tempos de isolamento fomos confrontados a encarar nossas sombras que com o dinamismo do cotidiano a qual estávamos habituados evitávamos constantemente olhar para as profundezas do nosso próprio ser. A sensação de que essa é a hora para acertarmos as arestas do inconsciente e repensarmos a nossa própria existência se tornou emergente. Além de trazer à consciência de que mudar se torna necessário, pois os antigos procederes se mostraram serem insustentáveis. No trabalho performático a ser apresentado o intuito é de produzir em objetos de arte tudo aquilo que a mente humana não suporta, tornando o inconsciente em algo material com a finalidade de propor reflexão dessas questões psicológicas humanas de forma metafórica. A performance tem também como viés a estética de Heiner Miller, em que quebra com a linearidade do pensamento cotidiano, permitindo idas e vindas do pensar, amplificando como se fosse uma espécie de outra dimensão, incitando a dúvida e dando margens para diversas e individuais impressões de acordo com a realidade de cada espectador. Como explicitado na descrição deste projeto, as cenas não possuem claramente uma linearidade de desenvolvimento cênico, as cenas funcionam meio que independentes entre si. Contudo, tais fragmentos escolhidos do conto, Cicatrizes, (de autoria própria), dialogam para uma interpretação metafórica acerca de como a solidão provocada pelo isolamento social refletiu na maneira em que o ser humano lida consigo mesmo e suas questões mais obscuras. No caso do solo performático, o personagem escolhido é um jovem questionador e que vê a vida de forma lírica e onírica. Revela-se também de forma subjetiva, questões latentes das relações humanas e que possivelmente estão sendo discutidas, dialogadas e revistas nesta época em que estamos vivendo.
50 minutos

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Categoria Teatro

inhaí – coisa de viado

O que é ser viado nos dias de hoje? Essa é a questão que o Coletivo Inominável pergunta em seu espetáculo Inhai – Coisa de Viado. A partir da leitura de estudos de neurocientistas, da análise de fenômenos culturais, de dados históricos e de depoimentos pessoais de homens gays, os atores do Coletivo Inominável refletem sobre identidade, homofobia, amor, conquistas e sobre o que foi ser gay no passado, como é ser hoje e qual futuro queremos. O espetáculo, que estreou em 2019 e segue na ativa desde então, se baseia nos preceitos do teatro documentário, onde notícias e fatos reais são compartilhados com a plateia e se tornam material para a cena. Assim, fatos recentes como a atual pandemia do coronavirus e a representatividade nas eleições municipais são inseridos na dramaturgia atualizada e mantém a peça relevante. O elenco é composto por Alexia Twister, apresentadora do novo reality show da Netflix, Nasce uma Rainha, Cayke Scalioni e Fernando Pivotto, e a direção é de Cezar Zabell, que assina a dramaturgia com Pivotto. Sobre Inhai – Coisa de Viado Na ativa desde 2019, o espetáculo já passou por diversos teatros, participou de festivais e foi indicado a Melhor Espetáculo pelo Guia Gay de São Paulo (2019), além de acumular críticas positivas em suas temporadas. Atualmente adaptado às necessidades sanitárias do combate ao coronavirus, o espetáculo se apresenta de modo online, investigando a tecnologia como possibilidade estética e de interação com o espectador. Sobre o Coletivo Inominável Fundado em 2015, o Coletivo Inominável se mantém ininterruptamente na investigação de como diluir as fronteiras entre palco e plateia e como incluir o espectador em cena. Em seu repertório constam os trabalhos “A Gaivota “ (2015) e “A Casa de Bernarda Alba” (2017), além de “Inhai – Coisa de Viado” (2019) e “A Festa de Aniversário Para O Amigo Que Foi Para Dublin” (2020), ambas ainda na ativa. Sinopse A partir de dados históricos, fenômenos culturais, estudos científicos, depoimentos pessoais e contribuições da plateia, o Coletivo Inominável pergunta o que é ser gay nos dias de hoje.
47 minutos

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Categoria Teatro

desconforto: mágicas clownescas

Abracabadra… Alakazam… Sinsalabim… será que alguma palavra mágica pode salvar o grande ilusionista Conforto de um fracasso no picadeiro? Talvez não, mas seu magnífico público sim! “Com nossas mentes e nossos corações unidos” – diz ele, confiante de que as energias dos espectadores serão transmitidas magicamente pela internet e ele conseguirá realizar seu grande show. O Senhor Diretor desta empreitada está logo ali do lado pra garantir que nada saia (muito) dos eixos, mas é uma tarefa complicada! Faíscas escapam do canto da varinha. É hora do grande espetáculo!
49 minutos

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Categoria Teatro

o bruxo das letras

O espetáculo solo O Bruxo das Letras é concebido na estética do teatro narrativo, em que o ator se reveza nos papéis de narrador e diversos personagens. A peça desenvolve-se numa atmosfera lúdica e intimista, baseada na biografia do escritor Machado de Assis. É dedicada ao público infantojuvenil.
47 minutos

Assim que nascemos, choramos por nos vermos neste imenso palco de loucos.
William Shakespearee